Musculação duas vezes por semana protege contra Alzheimer
Pesquisa canadense aponta que atividade age sobre fator que causa a doença
Na pesquisa, publicada na revista científica Archives of Internal Medicine (da Associação Médica Americana), os cientistas recrutaram mulheres idosas com idades entre 70 e 80 anos e as dividiram em dois grupos para participar de um programa de exercício aeróbico e de musculação duas vezes por semana, durante seis meses. Após esse período, os dois grupos foram submetidos a um exame de ressonância magnética funcional que apontou que as atividades físicas de tonificação muscular tiveram um impacto positivo maior na função cerebral das voluntárias.
- Fazer musculação duas vezes por semana pode ser uma estratégia promissora para alterar a trajetória de declínio cognitivo entre idosos - afirmou a chefe da equipe de pesquisadores da universidade canadense, Teresa Liu-Ambrose.
O estudo também apontou que a musculação levou a mudanças funcionais em três regiões do cérebro envolvidas na memória, enquanto o grupo que se dedicou aos exercícios aeróbicos não demonstrou melhorias semelhantes. No entanto, os pesquisadores descobriram que o treinamento aeróbico melhora o desempenho em uma diferente tarefa de memória, chamada Teste de Aprendizagem Auditivo Verbal de Rey (RAVLT).
De acordo com os pesquisadores, apesar da musculação duas vezes por semana evitar a trajetória do declínio cognitivo em idosos com transtorno cognitivo leve (MCI - sigla em inglês), esses dados não podem ser generalizados para homens e mulheres de diferentes idades.
- Mais pesquisas são necessárias para determinar os diferentes efeitos destes dois tipos de treinamento - acrescentou a pesquisadora Lindsay Nagamatsu.
O Alzheimer no Brasil
No Brasil, não há números exatos sobre a incidência desta doença, que tem se tornado mais comum por conta do aumento na expectativa de vida. Com base em levantamentos realizados no exterior e dados do IBGE, é possível estimar que há 1,2 milhão de pacientes no país, com cerca de 100 mil novos casos por ano. No mundo todo, entre 1 e 6% das pessoas com mais de 65 anos são portadoras do mal de Alzheimer. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de diagnósticos positivos do problema deve dobrar dentro de 20 anos. A forma precoce da doença costuma se desenvolver após os 50 anos de idade, mas há casos raros em que ela foi detectada em adultos com idades entre 30 e 40 anos.
Fonte: Por GLOBOESPORTE.COM
Vancouver, Canadá
- Fazer musculação duas vezes por semana pode ser uma estratégia promissora para alterar a trajetória de declínio cognitivo entre idosos - afirmou a chefe da equipe de pesquisadores da universidade canadense, Teresa Liu-Ambrose.
O estudo também apontou que a musculação levou a mudanças funcionais em três regiões do cérebro envolvidas na memória, enquanto o grupo que se dedicou aos exercícios aeróbicos não demonstrou melhorias semelhantes. No entanto, os pesquisadores descobriram que o treinamento aeróbico melhora o desempenho em uma diferente tarefa de memória, chamada Teste de Aprendizagem Auditivo Verbal de Rey (RAVLT).
De acordo com os pesquisadores, apesar da musculação duas vezes por semana evitar a trajetória do declínio cognitivo em idosos com transtorno cognitivo leve (MCI - sigla em inglês), esses dados não podem ser generalizados para homens e mulheres de diferentes idades.
- Mais pesquisas são necessárias para determinar os diferentes efeitos destes dois tipos de treinamento - acrescentou a pesquisadora Lindsay Nagamatsu.
O Alzheimer no Brasil
No Brasil, não há números exatos sobre a incidência desta doença, que tem se tornado mais comum por conta do aumento na expectativa de vida. Com base em levantamentos realizados no exterior e dados do IBGE, é possível estimar que há 1,2 milhão de pacientes no país, com cerca de 100 mil novos casos por ano. No mundo todo, entre 1 e 6% das pessoas com mais de 65 anos são portadoras do mal de Alzheimer. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de diagnósticos positivos do problema deve dobrar dentro de 20 anos. A forma precoce da doença costuma se desenvolver após os 50 anos de idade, mas há casos raros em que ela foi detectada em adultos com idades entre 30 e 40 anos.
Fonte: Por GLOBOESPORTE.COM
Vancouver, Canadá
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