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sábado, 25 de junho de 2011

Respire bem



















Descubra a importância que a respiração tem em seu desempenho nos treinos


Respirar é algo tão natural que pode passar despercebido quando você está correndo. E é exatamente isso o que deve acontecer. A respiração precisa ser espontânea e sem sistematização. Saber mais sobre esse processo pode melhorar, e muito, o seu desempenho.

A designer Adriana Savoldi, 41, que treina há aproximadamente 10 anos, afirma que a importância da respiração adequada se tornou muito mais presente em sua vida após alguns anos de experiência, sobretudo depois de praticar aulas de yoga. “Hoje presto mais atenção em ter uma respiração melhor, principalmente nos treinos de velocidade”, diz. “O processo é natural e muito mais consciente.”

O que diz o especialista – Gustavo Magliocca, médico de alto rendimento do Clube Pinheiros e diretor-médico da consultoria esportiva Run&Care, explica que, se o gás carbônico não é eliminado completamente a cada expiração, há uma tendência de se acumular ácido nos músculos, ocasionando fadiga precoce. “Aqueles que correm fazendo barulho promovem um gasto de energia maior. O ideal é que a respiração não force nada e seja natural”, comenta.

De acordo com Magliocca, o melhor é que tanto a inspiração quanto a expiração sejam realizadas pela boca. “Dessa forma haverá maior volume corrente de ar. A corredora estará inspirando mais oxigênio e eliminando mais gás carbônico”, comenta. Apesar de o nariz ser importante na função de filtrar o ar, ele considera que sua eficiência não é tão boa quando comparada a da respiração bucal.

Quando se deve ou não usar técnica – Um erro que eventualmente pode ser cometido pelas iniciantes é tentar controlar a inspiração e a expiração. “O ritmo da respiração não deve ser associado ao da corrida. Ao invés de ser feito de forma mecânica, o certo é não pensar antes de respirar”, explica o médico do esporte. De acordo com o Emerson Gomes, treinador da MPR Assessoria Esportiva, o importante é oxigenar, respirando conforme a necessidade e sem sistematizar.

Quando surgem aquelas incômodas dores na lateral da barriga, ou seja, câimbras no músculo do diafragma, uma técnica que pode ser utilizada para aliviá-las é a da respiração ventral. “Ao puxar o ar, incha-se a barriga e se diminui o peito”, explica Gomes. “Isso aumenta o espaço intratorácico e tira a tensão do músculo do diafragma.”

E as asmáticas e fumantes? – Para as asmáticas em crise, Magliocca recomenda que a prática de exercícios seja afastada, pois haverá dificuldade nas trocas gasosas e isso poderá ocasionar problemas ainda maiores. Já os asmáticos com os broncoespasmos controlados estão liberados para realizar qualquer atividade física.

As fumantes também devem estar alertas. “As que desejam longa vida na corrida não devem fumar”, adverte Magliocca. O cigarro causa progressivamente inflamações que danificam a mucosa dos alvéolos pulmonares, o que pode ser chamado de hiperatividade pulmonar. “A difusão do ar é prejudicada e não se consegue expirar o que deveria”, diz. Por isso, o ar fica aprisionado dentro do pulmão e se cria uma resistência para ele sair. Esse processo é muito semelhante ao que acontece com os asmáticos.

Fonte: Revista WRun

Alimentação e treino noturno


















Como adequar o cardápio do dia de acordo com seus treinos à noite


Leitura Rápida, seja regrada:

* Alimente-se a cada três ou quatro horas

* No almoço, escolha um restaurante que ofereça variedades

* À noite, coma 1h antes do treino, e associe carboidratos com proteínas


As mulheres com agenda atribulada muitas vezes encontram no treino noturno a única opção para seguir com a prática da corrida. Entre as vantagens de escolher esse horário, estão a diminuição do estresse do dia, a temperatura mais amena e a melhora da qualidade do sono. Mas quem escolhe a noite como o momento para se exercitar muitas vezes passa o dia fora de casa e, assim, tem mais dificuldades de manter uma alimentação adequada para garantir a melhor prática das passadas.

“É comum optar por alimentos industrializados nesse momento, que contêm um maior teor de sódio, gorduras, baixa quantidade de fibras e baixo valor nutricional”, afirma Patrícia Marques, nutricionista da NutriCorp.

Ajuste-se à rotina – Um dos segredos para não prejudicar o treino é manter-se regrada e comer em intervalos de três a quatro horas. “Quando existem longos intervalos entre as refeições, o corpo tende a acumular mais gordura, prejudicando o metabolismo e o emagrecimento”, analisa Patrícia.

Quando estiver fora de casa, a corredora deve optar por alimentos práticos e que possam ser facilmente carregados na bolsa, como frutas in natura ou secas, barras de cereais, biscoitos integrais e oleaginosas (castanha, nozes, amêndoas).

Na hora do almoço, ela deve procurar restaurantes que ofereçam variedades. Opte primeiro por uma salada que tenha folhas verdes, legumes crus e cozidos, temperada com azeite e sal. Para o prato principal, dê preferência às carnes magras e, no caso de massas, evite os molhos brancos ou quatro queijos. A comida japonesa também pode ser uma alternativa, desde que com moderação e pouca quantidade de shoyo.

Treino balanceado – Uma alimentação adequada antes de correr é fundamental para que todas as necessidades sejam supridas durante o exercício. Mas, segundo Patrícia, a refeição deve ser feita em volume e tempo que permitam o esvaziamento gástrico. “Caso algum alimento permaneça no estômago ao se iniciar o treino a corredora pode sofrer com náuseas e desconforto gastrointestinal”, afirma.

De acordo com Paula Crook, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição, a refeição pode ser feita cerca de 1 hora antes do treino e deve associar uma fonte de carboidrato com algum alimento rico em proteína magra e gordura saudável. A corredora deve evitar gorduras e o excesso de fibras, que podem originar desconfortos gastrointestinais.

Já depois do treino, Paula indica o consumo de carboidratos com proteínas no máximo até uma hora após as passadas. “Essa é a chamada janela de oportunidade, período no qual temos que fazer a reposição de glicogênio muscular para garantir a recuperação das fibras e o aumento da massa magra”, indica.

Fonte: Revista WRun

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Dicas de Leitura !!!

Pessoal,

Estão ai alguns livros para uma leitura sobre o que adoramos fazer, correr.

50 Maratonas em 50 Dias: Segredos que Aprendi Correndo
Este livro, de agradável leitura, que narra a inacreditável e emocionante aventura que levou um homem, que se diz comum, a correr 50 maratonas em 50 dias consecutivos, a enfrentar calor, frio, uma queda que por pouco não põe tudo a perder, e o medo de ser atacado por um urso, revela, ainda, segredos úteis para qualquer um que queira levar uma vida saudável; que queira aprender a lidar com percalços ao longo do caminho; enfim, que queira vencer desafios.
Compare os preços deste livro em várias livrarias
A Construção do Corredor
Dos Primeiros Passos À Alta Performance

Neste livro, o autor mostra por que esta atividade é eficiente para obter disposição, agilidade e vigor físico incluindo programas de treinamento, desde 5 km até maratonas, para corredores iniciantes e de alto desempenho. Apesar de saudável, correr requer preparação especial para resultados satisfatórios, na busca de equilíbrio e manutenção da saúde. Compare os preços deste livro em várias livrarias
Corra: Guia Completo de Corrida, Treino e Qualidade de Vida
A corrida já conquistou o brasileiro. Milhares de praticantes lotam diariamente parques, ruas e estradas país afora para treinar, competir ou apenas se exercitar. Mas ainda há muitas dúvidas e poucas informações sobre a prática. Por isso, a Academia, selo da Editora Planeta, e o treinador Mario Sergio Andrade Silva se uniram para oferecer o mais completo livro sobre o tema já lançado no Brasil. Mario Sergio, treinador de uma das equipes de corrida mais numerosas do país, repassa sua experiência para todos os adeptos da corrida, tanto aqueles que querem começar a correr quanto os que já correm, mas querem melhorar sua performance.
Nesse guia indispensável, o corredor encontrará orientações nutricionais, médicas, fisiológicas e dicas de como, quando, por que e por onde começar a correr. Há ainda planilhas especiais de treino para corredores iniciantes e também para aqueles que querem correr 5 km, 10 km, 21 km e até maratona; e capítulos especiais focados em crianças, mulheres e grupos especiais de corredores, como hipertensos, diabéticos e obesos. Compare os preços deste livro em várias livrarias
  Corrida e Boa Forma depois dos 40
Em 'Corrida e boa forma depois dos 40', o autor ensina as técnicas de treinamento para que os corredores acima dos 40 anos de idade fiquem melhores. A obra trata, entre outros, dos temas - Como desenvolver o condicionamento físico de base; O que deve ser feito para manter a flexibilidade; A alimentação adequada para estar em forma; A importância do treinamento de força; As 10 lesões mais comuns da corrida, como evitá-las e tratá-las; Como treinar para uma maratona. Compare os preços deste livro em várias livrarias

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O caminho para evitar lesões

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UM DOS GRANDES EMPECILHOS da prática da corrida é o surgimento de lesões. Ela pode aparecer de forma traumática, como uma torção, por exemplo, ou na forma crônica.
Esta última ocorre quando ultrapassamos o limite permitido pelo organismo repetidamente, sem o devido tempo de recuperação. Este limite tem que ser ultrapassado para evoluirmos, para aumentar nossa capacidade de resistência ou de velocidade. Além disso, é absolutamente individual. Mas a repetibilidade da busca de melhores performances, sem o devido tempo de recuperação, é que origina a lesão.
Este limite pode ser ultrapassado de algumas formas: através do aumento abrupto da quantidade de quilômetros rodados semanalmente, o que normalmente chamamos de volume de treino, assim como pelo aumento também abrupto da velocidade ou ritmo da corrida, o que chamamos de intensidade de treino. Um estudo da Universidade de Sacramento (EUA) baseia-se em uma curva de fadiga para exemplificar tal fato.
grafico
Nós temos um limiar para a ocorrência da lesão e este limiar normalmente é deslocado para cima e para a direita quando se realiza o treinamento de uma forma adequada. Mas qualquer possibilidade de falhas no treinamento pode fazer com que cada treino sempre esteja acima do que se denomina de limiar de lesão. A freqüência com que isso ocorre é que determinará se ela irá surgir ou não. Observem que quanto mais alto o nível de estresse (intensidade do treino) menor deve ser a freqüência deste treino (volume do treino). O inverso também é verdadeiro. Segundo a mesma pesquisa, cerca de 60%  das lesões surgem por conta de erros de treinamento.
Além destes fatores,  outra fonte de possíveis causa de lesões são fatores de origem anatômica como a existência de pé plano (o mesmo que pé chato), joelhos com orientação em “x” (o mesmo que joelhos em genuvalgo) e a diferença no comprimento entre um  membro inferior e outro.  Tudo isso pode acelerar o processo de ocorrência de uma lesão. Fazendo com que seja fundamental uma avaliação ortopédica,  que um bom profissional de educação física é capaz de fazê-lo.
Existe mais uma classe de fatores, que influem na ocorrência de lesões: os biomecânicos, relacionados com os  movimentos que o corpo realiza na hora da atividade. No caso da corrida, estes fatores a serem levantados são a força com que tocamos (momento denominado de impacto ou força de reação do solo) e propulsionamos o solo durante a corrida, e principalmente, a velocidade com que este impacto ocorre, além da magnitude e distribuição da pressão que o pé faz no chão.
E, finalmente, existem fatores que são de origem externa, ou seja, não são originados diretamente do organismo, mas seu controle auxilia muito na prevenção de lesões. Entre eles, o tipo de calçado utilizado e as alterações bruscas de pisos.
Com tudo aqui demonstrado percebe-se que a lesão, em nenhum momento, vai ocorrer por um único motivo. Ela é de origem multifatorial, ou seja, devemos observar cada item descrito nos parágrafos anteriores, na tentativa de controlá-los. Esta atitude retarda muito o surgimento das mesmas. Por que retarda? Porque estudos mais recentes demonstram que o percentual de corredores que já se lesionaram pelo menos uma vez com a corrida  chega próximo dos 90%. Portanto, a palavra chave para os treinamentos daqui em diante é CONTROLE. Ele é fundamental na prevenção a qualquer tipo de lesão e, principalmente, para que você possa seguir praticando sua corrida de forma contínua e saudável.

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Vitor Tessuti
Professor universitário (Unitalo) e coordenador da academia do Colégio Marista Arquidiocesano. Ex-proprietário da Assessoria Esportiva High Concept. Mestre em Ciências da Reabilitação pela Faculdade de Medicina – USP.  Bacharel em Esporte pela Escola de Educação Física – USP.

Fonte: Jornal da Corrida

domingo, 19 de junho de 2011

Não fuja da musculação

Apesar de muitos praticantes da corrida virarem a cara para o fortalecimento muscular, acredite: ele é um dos melhores amigos do corredor

Por Fernanda Silva

A corrida é um esporte que causa impacto ao corpo, o que afeta diretamente a musculatura do atleta. Para minimizar este problema, o fortalecimento muscular é essencial para qualquer corredor, já que auxilia na proteção dos músculos, das articulações e dos ligamentos, além de dar mais força e resistência durante a prática esportiva, melhorando o desempenho. Além disso, auxilia no ganho de massa muscular, o que é importante, sobretudo, para os corredores acima de 40 anos. Nesta idade o indivíduo perde um pouco mais de massa muscular e a musculação passa a ser grande aliada.

Como fazer?
O fortalecimento muscular deve ser feito desde a fase iniciante até o atleta mais avançado, seguindo a planilha de treinos sempre com disciplina. “O importante é que a rotina seja respeitada ao máximo. Ou seja, o corredor não pode se programar para correr três vezes e fazer musculação duas por semana e acabar treinando uma ou duas vezes apenas”, explica Camila Hirsch, diretora técnica da Personal Life Assessoria Esportiva e Consultora Asics.

Todos os exercícios feitos na academia são indicados, desde que a pessoa não tenha nenhuma restrição. Trabalhar os membros inferiores é, obviamente, muito importante. Porém, não se esqueça dos membros superiores e do tronco, como a região do core - abdominal e quadril. Mas fique atento! Nada de musculação com muita carga, principalmente nas pernas. A melhor opção são as séries de resistência, ou seja, muitas repetições e pouca carga, para trabalhar exatamente a resistência anaeróbia do músculo.

Dia sim, dia não
É de extrema importância que os exercícios de musculação sejam feitos de maneira correta, com cargas compatíveis ao condicionamento do atleta. Fazer treinos de musculação e de corrida no mesmo dia não é errado, mas depende muito da condição do corredor. “Não é o mais aconselhável, mas, caso precise fazer os dois tipos de treino no mesmo dia, a pessoa deve fazer um ajuste nas cargas, séries e repetições e ainda verificar os exercícios mais adequados neste dia, mesmo que simples”, aconselha Camila.

O indicado é que o corredor, ao buscar os exercícios de fortalecimento, peça auxílio a um professor de educação física e diga que busca uma série para prevenir lesões na corrida e também para melhorar o desempenho. É importante também não exagerar. “Deve-se observar que trabalhos aeróbios como a corrida geralmente requerem um tempo de recuperação - em torno de até 8 horas -, para depois permitir outro desgaste físico”, reforça Miguel Sarkis, diretor técnico da assessoria esportiva Miguel Sarkis Personal Trainer.

Exercícios de propriocepção (capacidade de o corpo perceber sua posição e o seu movimento no espaço) também são muito indicados para os corredores.


Fonte: Revista O2

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dia dos Namorados Corrido !!!

Dia dos Namorados,

Dia 12 de Junho é o dia do amor, o dia da troca de presentes e das palavras de amor " EU TE AMO ",
é o que mais se houve nesse dia, ahhh que lindo, mas para muitos foi um dia mais que especial, eu Milton Ferreira e outros amigos, Carol Mariath, Marta Fernandes, João Campos, Gabriela Pinheiro e muitos outros solteiros ou não, estavamos na Série Delta, corrida de 5 e 10 k realizada no Joquey Club, muito frio e AMOR pelo que mais amamos fazer, Correr !!!.

Acordamos cedo para esperar a entrega do chip, enfrentamos fila, e dá-lhe frio, mas já não estávamos sentindo mais nada, só a endorfina em nossos organismos a espera da largada, muito bem organizada a corrida foi uma das melhores do ano, exceto pelo pequeno trecho interno que estava lameado levando risco aos atletas para uma possível queda.

De resto foi bem legal, fizemos novos amigos e conquistamos mais uma medalha para nossos quadros, estamos felizes por passar um dia dos namorados tão sozinhos e ao mesmo tempo bem acompanhados de tantos outros que ao final do dia tem a mesma paixão.

CORRER !!!!!!!

Obrigado a todos

Equipe 4ever Run
Milton Ferreira

Calendário de Julho

Amigos,

Vamos publicar todos os meses o calendário de corridas das principais cidades, esta é mais uma forma de ajudar aos amigos corredores a prepararem suas agendas.

São Paulo 2011


Julho 2011
Data
Corrida
Distância
Local
Organizador
3/7/2011
10
Ipiranga
Corpore
3/7/2011
10
Pacaembu
O 2
9/7/2011
4,5 e 9
Interlagos
Yescom
16/7/2011
Circuito Atenas SP II Etapa
8 e 16
Marginal Pinheiros
O 2
24/7/2011
Hípica De Sto. Amaro
Ativo
24/7/2011
5 e 10
Ponte Estaiada
O 2
30/7/2011
4 ;8 ; 12
Pacaembu
Yescom

sábado, 11 de junho de 2011

GELATINA FAZ BEM A SAÚDE


Gelatina é a sobremesa que previne doenças e emagrece

A gelatina é a sobremesa ideal para combater aquela vontade de comer doces que bate durante o dia. Ela é refrescante, de fácil preparação, custa baratinho e é uma potente aliada de quem quer dar adeus às gordurinhas. E o melhor de tudo: sua boa fama se estendo também no que diz respeito a prevenção e tratamento de doenças

Eleita a terceira sobremesa mais consumida pelos brasileiros, segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), a gelatina é composta praticamente de aminoácidos e proteínas. Dos dez que são indispensáveis para o nosso organismo, nove estão no produto. Por ser principal fonte de colágeno, auxilia no fortalecimento dos ossos e colabora na prevenção de doenças como a osteoporose e a artrose.


Quando consumida regularmente, a gelatina promove a redução dos níveis de colesterol no sangue, controla a glicemia, aumenta a resistência física, trava o processo de flacidez natural do envelhecimento e ainda atua como agente cicatrizante.

Inclua gelatina na dieta
Para garantir esses benefícios, o ideal é ingerir 10 gramas diárias (uma colher de sopa) na forma de gelatina suplementar (encontradas em lojas de suplementos), diluída em meio copo de água ou adicionada em sucos, chás e leite. Já a gelatina alimentar (encontradas em supermercados) deve ser consumida, pelo menos, duas porções (dois potes de 125 ml cada) por dia. O produto é ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como tortas, bolos, iogurtes e sorvetes. Interessante também é variar nos sabores que podem levar, inclusive, um colorido especial a mesa.


Além da versão diet (isenta de carboidratos), é possível encontrar gelatina em folhas, e em cápsulas, mais eficiente para formação de colágeno e sem adição de corantes. Por outro lado, as do tipo em pó são absorvidas numa velocidade maior. É indispensável a indicação de um profissional de saúde, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada pessoa.

O consumo do alimento não apresenta contra-indicação, mas para os alérgicos e pessoas que sofrem de insuficiência renal o ideal é o acompanhamento de um especialista. Já os diabéticos devem ficar atentos e ingerir somente as gelatinas na versão diet.


Aproveite os benefícios
A combinação de práticas saudáveis e o consumo de gelatina garante a prevenção de doenças e ainda auxilia na manutenção da juventude. Veja alguns de seus benefícios:

- Ossos: fortalece os ossos, aumenta a resistência física e previne contra a artrose e a osteoporose;

- Sangue: reduz os níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia;

- Estética: colabora para a manutenção da juventude, deixando a pele, cabelo e unhas hidratadas. É bastante utilizada na recuperação de pacientes como agente cicatrizante e combate ao enfraquecimento da elasticidade e a firmeza da pele.

Fonte: www.minhavida.com.br

CORRER NO INVERNO


Escolha a roupa certa para correr no inverno

Especialista dá dicas sobre como se vestir durante corridas na rua e na esteira
Danilo Fantinel
danilo.fantinel@rbsonline.com.br

No inverno, quem gosta de correr para manter a forma precisa usar vestimentas adequadas tanto para fazer exercícios ao ar livre quanto dentro de casa ou em academias. O motivo é simples: no frio, a perda de calor corporal tende a ser maior do que em outras épocas do ano, o que pode comprometer a saúde de atletas.


Em julho, a média de temperaturas mínimas ficou abaixo do padrão histórico do mês no Rio Grande do Sul. Porto Alegre registrou 6,9°C – quase quatro graus a menos do que o esperado, segundo medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Assim, é preciso escolher as roupas com atenção.

A opção por roupas e acessórios na hora do treinamento depende do ambiente em que o atleta se encontra. Se for correr na rua, os cuidados devem ser maiores do que para uma corrida na esteira, já que o equipamento costuma ficar dentro de academias ou em casa.


Conforme o professor de Educação Física Carlos Alberto Malcorra dos Santos, ao correr na esteira o atleta está em um ambiente climatizado e protegido. Assim, o corredor tem uma temperatura média agradável para se exercitar, o que possibilita o uso de roupas leves, como short, bermuda, camiseta e tênis.


No entanto, na rua (e principalmente no inverno), a perda de calor para o meio ambiente é ampliada. Como a temperatura do corpo cai quando o organismo não está bem protegido para enfrentar o frio, o resultado pode ser hipotermia, que ocorre quando a temperatura do corpo está abaixo dos 35°C (a média varia entre 36,5°C e 37°C).


Dessa forma, Beto indica que as roupas ideais para corrida na rua durante os dias frios são bermudas de lycra embaixo de bermudas comuns ou mesmo a calça de lycra, que garante uma boa proteção. Para proteger o tórax, ele recomenda camisa de lycra sob casaco de nylon (que impede a passagem do vento) com capuz. Outro tecido que pode ser escolhido são os do tipo dry fit (promovem alta absorção do suor e secagem rápida).


Beto ressaltou que roupas de algodão ou de lã (mesmo tocas e gorros) não são boas para correr no inverno, pois ficam molhadas de suor e perdem a capacidade de manter o calor do corpo.

Pré e pós-corrida
Beto também comentou que, até uma hora antes de começar a correr, deve-se fazer um lanche leve, evitando alimentos gordurosos. Também ressaltou que, pouco antes de qualquer exercício físico, o alongamento e o aquecimento são essenciais, ainda mais no inverno.


– O ideal é se alongar entre cinco e 10 minutos antes. Após isso, caminhar por cinco minutos. Só depois se começa a corrida. O objetivo é não machucar as articulações de joelho, tornozelo e quadril – explicou.

Se a corrida for longa (mais de 60 minutos), o corredor pode tomar água (copo de 60 ml), algum energético ou carbogel (nutriente) durante a corrida. Ao fim do exercício, também é preciso ter cuidados especiais.

– Após parar, é preciso seguir caminhando dois minutos em média, fazer um novo alongamento e seguir para algum ambiente fechado. Deve-se tirar a roupa apenas neste local. O ideal é tomar um banho e se agasalhar. Feito isso, é preciso ingerir algum líquido, como água ou isotônico para repor a hidratação. Após 20 minutos, pode-se fazer lanche leve, evitando alimentos gordurosos – disse o professor.


Existe temperatura mínima desaconselhável para correr na rua?
Segundo Beto, não existe. Ele comentou que algumas pessoas conseguem correr normalmente a temperaturas baixas, como entre 0ºC e 15ºC, mas geralmente são atletas com larga experiência. No entanto, ressaltou:
– Correr a menos de 10°C gera desconforto pois a respiração fica mais difícil.

Gripe
Quando estamos gripados, o corpo apresenta baixa resistência imunológica. Assim, não é bom correr quando se está nesta condição, pois o exercício envolve um alto gasto energético, enfraquecendo o organismo que não estiver devidamente preparado. Uma doença é sinal de que você está frágil e precisa poupar energia para combater os microorganismos causadores do problema.
Proteja o corpo para correr na rua no inverno:

Cabeça e pescoço: são partes do corpo que perdem muito calor devido à alta vascularização. O uso de casaco com capuz é o ideal, mas toucas, gorros ou bonés podem ajudar, apesar de lã e algodão não serem tecidos ideais;
Tórax: o aquecimento desta região do corpo é essencial, pois o tórax abriga órgãos vitais como coração e pulmões. Use camisas e casacos leves de nylon ou dry fit (que facilitam a corrida e mantêm o calor do corpo);
Mãos e pés: a circulação tende a ter mais dificuldade em manter as extremidades do corpo aquecidas, por isso use meias e luvas;
Lábios: manteiga de cacau e bastões labiais hidratantes evitam rachaduras provocadas pelo frio.

Os acessórios mais adequados:
Gorro ou touca: de lã ou de tecido, conforme o gosto pessoal;
Luvas: Existem diferentes tipos de luvas para quem pratica o esporte, como as comuns de inverno (lã) ou de tecidos diferenciados, como de neoprene. Além disso, há modelos de mão completa, sem as pontas dos dedos ou ainda aquelas que cobrem apenas a palma da mão;
Camisas: o ideal é escolher camisas de manga longa com material específico para corrida (lycra, nylon ou dry fit), pois o algodão não retêm o calor do corpo adequadamente;
Calças: assim como as camisas, o melhor é escolher calças feitas com tecido específico, pois as de moletom podem ficar molhadas com o suor e gerar o resfriamento do corpo;
Jaquetas: são boas para serem usadas em dia de frio intenso. As melhores são de tecido corta-vento (como o nylon), que impedem a passagem do vento frio e garantem boa proteção.



Fonte : http://www.clicrbs.com.br/

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Frutas vermelhas Saborosas, elas ajudam a eliminar a gordura abdominal

Quem não está em busca de uma barriguinha chapada? Se você pertence a grande maioria que deseja se ver livre das gordurinhas abdominais deve incluir no cardápio as frutas vermelhas. Elas contem antocianinas, pigmentos arroxeados visíveis na casca, além de propriedades antioxidantes, compostos que eliminam o excesso de gordura no sangue.

Também são ricas em fibras solúveis, principalmente a pectina e absorvem grande quantidade de água, formando uma espécie de gel, permanecendo mais tempo no estômago, o que causa a sensação de saciedade e inibe a fome.

Conheça os benefícios nutricionais de cada uma delas:

Ameixa – Indicada para pessoas que sofrem de prisão de ventre. Possui somente 36 calorias e é uma boa fonte de fibras importantes para a dieta.

Amora - Ajuda combater doenças do coração e osteoporose, aumenta a taxa de colesterol bom do sangue, regulando os níveis de antioxidantes do organismo. Além disso, ajuda a amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM), também auxilia a melhorar a memória e é diurética e laxativa.

Cereja - São muito úteis como diuréticos e auxiliam o bom funcionamento das articulações.

Framboesa – Possuem efeito antidiarreico e anti-inflamatório. Possui alto teor de vitaminas.

Maçã – Fonte de fibra solúvel, colabora com o trabalho intestinal. Estimula as funções cerebrais.

Melancia – Possui grande quantidade de água, e por isso é um excelente diurético. Contém ferro, cálcio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Morango – Contém grande quantidade de vitamina c, ajudando a evitar hemorragias e infecções, além de ajudar a cicatrizar ferimentos.

Uva - As vermelhas são ricas em substâncias antioxidantes, que previnem o surgimento de diversas doenças, inclusive o envelhecimento. Fonte de ferro, estimula a ação intestinal, limpa o fígado e elimina o ácido úrico do organismo.
 

Fonte:
Por Yasmin Barcellos
http://bemstar.globo.com