Antes de correr a prova, Claire Squires havia iniciado uma campanha de doações para uma organização que atende pessoas com problemas de depressão. Até a notícia da morte, a corredora havia conseguido 500 libras (pouco mais de R$ 1.500) de amigos. Quando o nome de Claire foi divulgado, as doações chegaram a 4.200 libras (cerca de R$ 12.700).
É a décima morte registrada na história da Maratona de Londres, que começou a ser disputada em 1981. Cinco desses casos tiveram como causas problemas cardíacos em atletas que não tinham histórico de doença do coração.
Na sede dos Jogos Olímpicos deste ano, a prova feminina foi vencida pela queniana Mary Keitany, que estabeleceu a melhor marca do ano com o tempo de 2h18m37s e garantiu o bicampeonato. O Quênia, aliás, conquistou as cinco primeiras posições da prova.
No masculino, o vencedor foi o também queniano Wilson Kipsang, com o tempo de 2h04m44s. O brasileiro Marílson dos Santos ficou em oitavo lugar, com 2h08m03s. Solonei Rocha, ouro no Pan de Guadalajara, terminou em 18º, com 2h14m57s.
Fonte: 22/04/2012 19h20 - Atualizado em 24/04/2012 09h47
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