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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Veja como checar se a sua saúde está OK

O médico especialista em Medicina Integrativa, Alexandre Castelo Branco de Luca, dá 10 dicas diretas para conferir se sua saúde está em dia

foto: imagens ativo

Atualmente é culturalmente "correto ou certo" realizar todo ano um check up geral para ver como a sua saúde este se comportando. Como é isto... saber como a sua saúde está? Comportando-se? É engraçado pararmos para pensar nestas palavras. Inicialmente precisamos observar como está o nosso dia-a-dia e se, ao longo dos dias, finais de semana, meses e anos levamos uma vida mais "natural".

Acredito que o conjunto de medidas dietéticas, sociais, comportamentais são extremamente necessárias para um bom resultado em todas as áreas da vida, sejam elas física, mental, profissional ou espiritual.

Neste intuito observei ao longo de minha experiência, em conjunto com vários estudos médicos, filosófico e de neurolinguistica, para transformar de forma mais simples, direta e eficaz este conjunto de medidas.

1- Orientação alimentar (horário, quantidade e qualidade dos alimentos, índice glicêmico, carboidratos, proteínas e gorduras, programação alimentar, etc.).

2- Planejamento (horário, alimentação, treinamento, periodização, descanso, etc.).

3- Objetivo (programar em sua mente, juntamente com toda a equipe multidisciplinar, qual o seu objetivo principal).

4- Treinamento (parece um palavra tão simples – é só treinar – mandar bala nos treinos ... infelizmente ou felizmente não é isto... precisamos de muita técnica, disciplina, preparo físico adequado, periodização, descanso e trabalho psicológico).

5- Tempo (como adequar a rotina estressante de trabalho com melhoria constante da sua qualidade de vida através da realização de uma atividade física que lhe dá prazer? Simples: ser maleável e planejar).

6- Financeiro (todos nós nos preocupamos com várias nuances do dia-a-dia e sempre deparamos com a questão dinheiro. Se pararmos para refletir, é muito difícil não pensar em questão financeira, mas não é impossível. Muitas vezes com muito baixo custo podemos obter uma qualidade de vida satisfatória sem gastar muito...tudo vai depender dos seus objetivos e do seu planejamento).

7- Preparação psicológica (quem nunca já se deparou e parou para pensar... para que tudo isto? Será que está certo? Não estou sofrendo a toa? O que eu quero com isso? Ou muitas vezes as outras pessoas fazem este tipo de questionamento... só tenho uma palavra a dizer – FELICIDADE).

8- Suplementação alimentar (acredito que seja realmente importante suplementar, pois muitas vitaminas, sais minerais, proteínas e carboidratos podem ser manipulados e administrados de forma mais adequada para cada tipo de pessoa e para cada tipo de atleta dentro da sua modalidade esportiva).

9- Profissional de educação física (é extremamente importante o acompanhamento, orientação e aperfeiçoamento de um profissional de educação física para atingir o mais rápido possível o seu objetivo).

10- Check up geral realizado por um médico (avaliar o atleta como um todo – exames de rotina como hemograma, glicemia, colesterol total e frações, urina tipo I, ureia, creatinina, lipoproteina a, homocisteina, apolipoproteina a e b, testosterona total e frações, TSH, T4l, PCR, CPK, 25 OH vitamina D, Ultrassom de abdômen total, tireóide, próstata dentre outros, teste de esteira- ergoespirometria, exames de análise funcional tais como: HLB e Campo-escuro, Biomatrix, Stress Oxidativo e Pool de Antioxidantes, Teste do cabelo (Mineralograma), Ryodoraku, etc.). Existem uma variedade imensa de exames laboratoriais e de imagem para acompanhar a sua saúde e o seu desempenho ao longo do ano. Apenas saber em quem ir e saber pedir.

Bons treinos... Seja feliz... Divirta-se.

18/10/2011 09:46 | Por Dr.Alexandre Castelo Branco de Luca, MD and PhD

Fonte: Ativo.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Recupere-se de uma maratona

Dicas preciosas que o ajudarão a voltar a ficar inteiro depois dos 42 k ou dos 21 k


Se você já participou de uma prova de longa distância - a maratona é a mais famosa delas -, sabe que é mesmo difícil ficar inteiro depois que ultrapassa a linha de chegada. Abaixo, você encontra algumas dicas que o ajudarão a se recuperar mais rapidamente.

Continue a se mover - Nada de terminar a prova e ficar paradão no lugar, descansando, o que pode levá-lo a ter até enjoos. Procure caminhar ao menos 5 min. Uma vez feito isso, faça alguns alongamentos leves para estimular a circulação.

Hidrate-se - Não interessa o quanto você bebeu durante a corrida. Finalizada a prova, tome imediatamente água ou isotônico. Passe longe de qualquer coisa alcoólica, café ou refrigerantes.

Coma um lanchinho - Frutas frescas, iogurte ou um sanduíche leve são boas opções, fornecendo as calorias de que precisa sem fazê-lo ficar com o estômago pesado. Coma tão logo puder e tenha à mão vários outros lanches saudáveis, para comer ao longo do dia.

Invista na água gelada - Coloque as pernas em uma banheira de água gelada. A baixa temperatura promoverá a circulação nos membros, ajudando a recuperá-los. Calor, por outro lado, aumenta a dor e o inchaço das pernas. Outras opções são tomar um banho frio ou colocar bolsa de gelo sobre as pernas.

Volte aos treinos aos poucos - Esqueça fazer um treino puxado pós-prova, portanto, não exagere no ritmo nem na distância pelo menos uns dias após a corrida. Uma ótima opção é investir em uma pedalada ou cair na piscina e dar uma nadada.
 
Lygia Haydée
Fonte: Sport Life

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

10 dicas para emagrecer com exercícios físicos

1- O Colégio Americano de Medicina Esportiva recomenda a realização de 300 minutos semanais de atividade física para a perda e manutenção de peso. O que representa 60 minutos cinco vezes por semana.
2- Alternar atividades físicas aeróbicas de alta intensidade e curta duração com atividades aeróbicas de baixa intensidade com longa duração é a melhor maneira para estimular a queima de gordura em nosso organismo.
3- Após doze meses realizando a mesma rotina de treinamento o processo de emagrecimento diminui muito. Portanto diversifique os treinos, evolua-os conforme o seu organismo for se acostumando com os estímulos.
4- A musculação é uma ótima arma na ajuda do emagrecimento. O ganho de massa muscular faz com que o nosso organismo gaste mais calorias para se manter.
5- A caminhada é uma das melhores formas de começar a praticar esporte. Ela queima calorias, estimula a musculatura e o sistema cardiorrespiratório e pode ser feita em qualquer lugar.
6- Quanto maior o número de músculos envolvidos no gesto esportivo, mais calorias serão gastas. Exemplo: a corrida gasta mais calorias do que a bicicleta.
7- Antes de iniciar um programa de atividades físicas, procure um médico para saber se o seu organismo esta preparado para o esforço.
8- A melhor maneira de emagrecer com saúde é unir a pratica regular de atividades físicas com uma alimentação saudável.
9- O profissional de Educação Física é o único capaz de orientar, prescrever e evoluir de forma segura um programa de treinamento. Uma boa orientação acelera os resultados e reduz a chance de desistência.
10- Pequenas mudanças trazem grandes resultados. Já pensou em andar mais a pé? Mexa-se!
Bons treinos e boas escolhas...
Fonte: Site Terra

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

São Silvestre na Paulista: é possível

 Realizada há 87 anos na cidade de São Paulo, a Corrida de São Silvestre, pode passar por uma significativa mudança em seu percurso neste ano, tendo sua chegada transferida da Avenida Paulista para a região do Parque do Ibirapuera, obrigando os atletas a seguir pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio, em trecho de descida. A alegação das entidades envolvidas na organização da prova é a suposta falta de estrutura da avenida para a dispersão dos atletas, ao final da corrida. A dificuldade estaria na realização, poucas horas depois, do evento de Réveillon, que tem ocorrido na mesma Avenida Paulista em anos recentes, alguns quarteirões adiante do ponto de chegada.
A decisão de mudar o percurso, alterando uma das maiores tradições do evento, foi anunciada no início de setembro, como uma espécie de continuação de outra polêmica, ocorrida na edição de 2010 da São Silvestre. Na ocasião, a organização da prova entregou as medalhas de participação no kit do atleta, que habitualmente continha apenas o número de peito, o chip e a camiseta da prova. A razão para esta distribuição inusitada de medalhas antes da competição estava justamente na dispersão, pretendendo maior agilidade no escoamento de atletas, para não conflitar com o público do Réveillon.
Embora nem a empresa que organiza a prova, nem a Fundação Cásper Líbero (criadora do evento), nem a emissora que detém os direitos de transmissão para TV, nem a Prefeitura de São Paulo tenham se manifestado publicamente sobre a polêmica gerada com a mudança do trajeto, especialistas de vários segmentos contestam a alegação de que é impossível fazer a dispersão de 25 mil atletas sem comprometer o evento que acontece horas depois.

É fácil reverter o nó da dispersão

Armando Santos, diretor executivo da Corpore (Corredores Paulistas Reunidos, entidade que organiza em torno de 25 corridas de rua por ano) questiona a alegação da organização. “É uma equação extremamente simples: área de dispersão e gente. Se, na chegada, não há largura suficiente para essa dispersão, não há problema. Basta fazer um corredor vertical com grades até um lugar mais largo. A Avenida Paulista permite isso, mas também é possível encaminhar a dispersão para as Alamedas Campinas e São Carlos do Pinhal, que já ficam interditadas, por conta do bloqueio da Avenida Brigadeiro Luís Antônio”, comenta.
Ele acrescenta que a maior agilidade na dispersão pode ser obtida com o aumento do número de pessoas recebendo os atletas, entregando água, isotônico e a medalha. Esta medida, certamente, aumenta o custo do evento. “Talvez esteja aí o problema”, aponta Armando, trazendo exemplos de provas com número maior de participantes que lidam de forma eficiente com o nó da dispersão. “Na Maratona de Nova York, há quase um quilômetro de dispersão, com voluntários impedindo que atletas parem nesse trecho. A Maratona de Berlim, que reúne 40 mil pessoas, não conta com uma área de dispersão gigante, mas tem muita gente atendendo e agilizando a chegada.” O fato de que estas provas são maratonas (42 km) e não uma corrida de 15 km não pode servir de justificativa para inviabilizar a chegada na Paulista. A própria Corpore organizou provas como a Nike 10K, com 25 mil atletas, e um percurso menor que o da São Silvestre, sem registrar qualquer problema na chegada. “Porque controlamos a dispersão. Espaço x gente, eis a equação. Na Paulista, o espaço não é crítico e, mesmo que fosse, bastariam corredores verticais de grades para escoar a chegada”, acrescenta Armando. “Uma prova como a São Silvestre precisa de uma área de dispersão de uns 100 metros, que me parece fácil de ter, com cerca de quinze passagens para entrega de medalha e lanche, água etc. Depois da premiação, que acontece logo, poderia ser usada a outra pista da Paulista para a dispersão também. De um modo geral, não faz nenhum sentido dizer que não dá para compatibilizar São Silvestre e Réveillon.”

Pior para o ar de São Paulo

Realizar largada e chegada de uma prova em locais distintos é tarefa que requer uma logística diferenciada. João Traven, da Spiridon Eventos, comenta alguns detalhes técnicos utilizados na Maratona do Rio de Janeiro e na Corrida das Pontes, também no Rio, que seguem este modelo.
Em eventos como estes, o guarda-volumes é montado no interior de ônibus, que se deslocam da largada para a chegada antes do início da corrida. “Geralmente, usamos um percurso alternativo ao da prova para evitar mais transtornos”, comenta o dirigente. “A ideia é que os ônibus estejam na chegada antes dos primeiros colocados, mas na Corrida das Pontes tivemos alguns problemas e eles chegaram depois”, completa.
João conta ainda que se calcula um ônibus para 800 atletas, o que implicaria em 31 veículos disponibilizados para a São Silvestre, já que esse ano os organizadores abriram 25 mil inscrições. Dr. Paulo Saldiva, médico da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, pesquisador da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, especialista em poluição atmosférica, critica o novo modelo. “Para levar todos os concluintes da São Silvestre morro acima (do Ibirapuera de volta à Paulista), nós vamos dar uma mensagem equivocada ao espírito do que é a mobilidade ativa”, comenta Dr. Paulo, que utiliza a bicicleta em deslocamentos urbanos e é corredor.
“Quando incentivamos caminhada, corrida e ciclismo como uma forma mais saudável e mais sustentável de movimentação, é contraditório, depois de uma festa que é um marco do esporte e da saúde, colocar um monte de ônibus para levar toda essa gente de volta. Eu corro a São Silvestre, corri no ano passado e é uma pena você acabar a festa e ter que sair de um lugar, onde você poderia sair de metrô, e ter que ir de ônibus”, analisa o médico.

Maior risco de lesões

Se o deslocamento da chegada para a região do Ibirapuera representa um dano ao ar de São Paulo, um risco praticamente igual ronda os atletas que se aventurarem a descer a Brigadeiro. Dr. Henrique Cabrita, médico ortopedista, diretor do Instituto Vita e maratonista, analisa o potencial aumentado de lesões graças ao novo percurso. “A descida da Brigadeiro, em termos de inclinação, é mais íngreme do que a subida. Estudei relatos de lesões esportivas e qualquer tipo de prova que seja em descida representa uma sobrecarga muito grande do aparelho extensor do joelho, ou seja, na parte da frente, da rótula, da patela, do tendão patelar. E uma carga muito maior na região dos calcanhares, também. Tenho levantado artigos sobre lesões em corridas de longa distância e a incidência de lesões em corridas tipo ‘downhill’ (declive) é, em média, 50% maior do que em provas sem desníveis ou com final em ‘uphill’ (aclive).”, informa o ortopedista. “E, se pensarmos que estamos no final de uma prova de 15 km, em que boa parte dos esportistas está completando uma corrida pela primeira vez, é muito provável que vários desses atletas sintam-se encorajados a acelrar o ritmo na descida, aumentando o potencial para lesões ortopédicas no joelho e no calcanhar.”
Como corredor experiente, que já participou de várias edições da São Silvestre, Dr. Henrique testemunha que “a maior emoção é quando a gente chega, faz toda aquela subida da Brigadeiro e vira à direita, na Paulista, tendo aquela visão da chegada, o pessoal incentivando a fazer os últimos metros depois daquela grande subida. Como maratonista, como corredor, sem esta emoção final é uma grande perda. Chegar no Parque do Ibirapuera, como já chegam tantas outras provas, é banalizar a São Silvestre.”
No ano passado, após a polêmica da entrega de medalhas antes da prova – o que foi considerado uma desvalorização do esforço de quem, de fato, completou a São Silvestre – a organização aventou a possibilidade de solicitar nova localização para o palco do Réveillon. O diretor geral da prova e superintendente do portal Gazeta Esportiva.net, Júlio Deodoro, comentou, depois da 86ª edição, que uma alternativa seria deslocar o palco do Réveillon para duas quadras adiante. “Melhoraria para o Réveillon e para a São Silvestre. Poderíamos usar as duas pistas da Paulista na largada e na dispersão, depois da chegada. Nessas condições, seria possível entregar as medalhas no final da prova”, declarou Júlio em dezembro de 2010.
Esta alternativa, no entanto, parece ter sido descartada pela organização, que preferiu impor a mudança do percurso, sem considerar a tradição do evento, o prejuízo ao ar de São Paulo, a conveniência e a integridade física dos atletas e nem do público, que passa a ter de escolher entre assistir à largada ou à chegada da São Silvestre.
Nota da Redação: Este conteúdo foi produzido em conjunto pelo Grupo São Silvestre na Paulista, formado por profissionais de várias áreas, todos corredores de rua, empenhados em buscar o diálogo com as entidades organizadoras da Corrida de São Silvestre. Apesar de reiteradas tentativas, nem a organização da prova, nem a Fundação Cásper Líbero, nem a Prefeitura de São Paulo concordaram em dialogar com o grupo sobre o tema. A intenção de buscar a melhor solução para o problema, da nossa parte, continua presente.
Alessandra Alves – Jornalista
Alexandre Koda – Jornalista
Ana Paula Alfano – Jornalista
Bruno Vicari – Jornalista
Cássio Politi – Jornalista
Erich Beting – Jornalistam
Fernanda Paradizo – Jornalista
Harry Thomas Jr. – Jornalista
Henrique Cabrita – Médico
Iberê Castro Dias – Maratonista
Martha Dallari – Vice-presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo (ATC)
Nelson Evêncio – Presidente da ATC
Ricardo Capriotti – Jornalista
Roberta Palma – jornalista
Sérgio Xavier – Jornalista
Simone Manocchio – Jornalista
Vicent Sobrinho – Jornalista
Wagner Araújo – Jornalista
Alessandra Alves – Jornalista
Alexandre Koda – Jornalista
Ana Paula Alfano – Jornalista
Bruno Vicari – Jornalista
Cássio Politi – Jornalista
Erich Beting – Jornalistam
Fernanda Paradizo – Jornalista
Harry Thomas Jr. – Jornalista
Henrique Cabrita – Médico
Iberê Castro Dias – Maratonista
Martha Dallari – Vice-presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo (ATC)
Nelson Evêncio – Presidente da ATC
Ricardo Capriotti – Jornalista
Roberta Palma – jornalista
Sérgio Xavier – Jornalista
Simone Manocchio – Jornalista
Vicent Sobrinho – Jornalista
Wagner Araújo – Jornalista
crédito foto: divulgação ZDL/S. Shibuya

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lesões na corrida.

    Durante a corrida, a força gerada sob o pé é de 2 a 3 vezes o peso do corredor. Isto proporciona uma grande sobrecarga nas articulações e na musculatura, podendo ocasionar lesões.
           Mas, estas lesões podem ser prevenidas se forem tomados alguns cuidados. Na maioria das vezes, a lesão ocorre por uso de um tênis errado, terreno inadequado ou aumento rápido da sobrecarga de treinamento.
           Alguns pontos importantes para evitar lesões:
1. Procure um tênis com solado alto e com um bom sistema de amortecimento.
2. A estabilidade é um fator importantíssimo para se evitar a lesão. Alguns tênis proporcionam um bom amortecimento, mas perdem em estabilidade. Isso acaba por gerar grandes sobrecargas nos tendões e articulações, principalmente se houver uma mecânica de passadas incorretas (pronação ou supinação).
3. O tênis deve se adequar às características do pé e do tipo de pisada. A escolha errada do tênis aumenta as chances de ocorrerem lesões.
4. Procure fazer grande parte dos seus treinos em terrenos macios: grama ou terra. Evite, ao máximo, correr no cimento.
5. Procure não aumentar em mais do que 5 % a quilometragem semanal. O aumento rápido da quilometragem é o principal fator de incidência de lesão.
6. Os treinos de velocidade também devem ter aumento progressivo. Não faça um treino forte após o outro. Espere o corpo se recuperar.
7. Procure fazer alongamentos antes e após a corrida, pelo menos 10 minutos.
8. Se você estiver com pouco tempo para correr, é preferível correr dez minutos a menos do que deixar de fazer os exercícios de alongamento.
9. O alongamento deve ser realizado de forma estática e não com balanceio, priorizando a musculatura que será trabalhada.. As posições devem ser mantidas por 20 ou 30 segundos.
10. Antes da corrida, o alongamento tem a finalidade de pré-aquecer a musculatura, procure não trabalhar neste momento com grande amplitude.
11. Depois da corrida como a musculatura já está aquecida, o alongamento poderá ser feito com maior amplitude. Ter um cuidado especial após os treinos longos ou fortes, pois a musculatura está muito contraída. Assim, deve-se fazer um alongamento com aumento progressivo da amplitude.
           Com certeza as suas corridas serão ainda mais prazerosas se você prestar atenção nestes pontos!
           Boa corrida e ... ótima saúde!!!
Fonte: Treino Online